O Bitcoin (BTC) era negociado a R$ 332.163,64 na manhã desta quarta-feira (12/08/2026), depois de cair para US$ 62 mil (aprox. R$ 322,4 mil) na véspera e recuperar US$ 64 mil (aprox. R$ 332,8 mil). Apesar da recuperação, o mercado ainda não mostrava força suficiente para uma alta consistente.
Fluxo dos ETFs: André Franco, CEO da Boost Research, afirmou que a movimentação dos fundos negociados em bolsa, os ETFs, perdeu força junto com o preço do BTC. Depois de cinco pregões seguidos de entradas, que somaram US$ 865,3 milhões (aprox. R$ 4,5 bilhões) na semana anterior, os fundos americanos registraram na segunda-feira o primeiro resgate líquido de agosto, com saída de US$ 144,6 milhões (aprox. R$ 752 milhões).
O que saiu: O fundo da BlackRock teve resgate de US$ 53,6 milhões (aprox. R$ 278,7 milhões), enquanto o GBTC, da Grayscale, registrou saída de US$ 52 milhões (aprox. R$ 270,4 milhões). O fundo da Fidelity perdeu US$ 40,3 milhões (aprox. R$ 209,6 milhões).
Na terça-feira, o saldo voltou ao campo positivo, mas por pouco: entrada líquida de US$ 7,8 milhões (aprox. R$ 40,6 milhões). O IBIT captou US$ 50,2 milhões (aprox. R$ 261 milhões), enquanto os demais fundos devolveram quase todo o valor.
Para o leitor brasileiro, a cotação do BTC em reais combina o movimento do Bitcoin no exterior com a variação do dólar, além das condições de negociação nas corretoras locais.
O índice Fear & Greed, que mede o sentimento predominante entre os investidores, caiu de 29 para 27 e completou a sexta leitura consecutiva na faixa de medo.




