O Bitcoin (BTC) era negociado a US$ 64.072,27 (aprox. R$ 371,6 mil) na manhã desta quarta-feira, com variação de -0,21% em 24 horas. No mercado mais amplo de criptomoedas, o tom era de alta antes da publicação do CPI dos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor.
O que aconteceu: investidores aguardam os dados de inflação dos EUA, previstos para esta manhã. A expectativa é de alta de 0,1% no mês e de 3,4% em 12 meses. O CPI não é o indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), mas costuma influenciar as apostas sobre juros e política monetária, ainda mais depois de um payroll mais fraco (relatório de emprego dos EUA).
Em números: entre as maiores criptomoedas, o Ethereum (ETH) subia 1,37%, cotado a US$ 1.910,56 (aprox. R$ 11,1 mil). O BNB avançava 1,11%, a US$ 613,51 (aprox. R$ 3,6 mil), enquanto o XRP ganhava 1,87%, a US$ 1,02 (aprox. R$ 5,90). A Solana (SOL) tinha alta de 1,14%, para US$ 76,71 (aprox. R$ 445), e o Dogecoin (DOGE) subia 2,15%, a US$ 0,07188 (aprox. R$ 0,42).
O ranking também mostrava o TRON (TRX) em US$ 0,3370 (aprox. R$ 1,95), com alta de 0,05%, e o Hyperliquid (HYPE) em US$ 55,31 (aprox. R$ 320,80), com ganho de 0,25%. Entre as stablecoins, USDT estava em US$ 0,9990 e USDC em US$ 1,00.
Para o investidor brasileiro, dados de inflação dos EUA costumam afetar o apetite global por risco e podem mexer tanto com o preço das criptomoedas quanto com o dólar frente ao real.




