O Bitcoin (BTC) era negociado na faixa de US$ 63.650,16 (aprox. R$ 368,8 mil) na manhã desta segunda-feira, com alta de 1,17% em 24 horas. O Ethereum (ETH) avançava 1,40%, cotado a US$ 1.904,40 (aprox. R$ 11 mil). No restante do mercado, o viés também era positivo nas primeiras horas do dia.

O que aconteceu: o movimento acompanha uma abertura mais favorável nos mercados globais. As bolsas da Ásia fecharam em alta, enquanto os principais índices da Europa operavam sem direção única. Em Nova York, os contratos futuros também mostravam comportamento misto.

Em números: entre as dez maiores criptomoedas, o destaque de alta em 24 horas era a Hyperliquid (HYPE), com 3,91%, a US$ 59,55 (aprox. R$ 345). A TRON (TRX) subia 0,26%, para US$ 0,3322 (aprox. R$ 1,93), e a Dogecoin (DOGE) ganhava 0,75%, a US$ 0,07026 (aprox. R$ 0,41). Entre as quedas, BNB (BNB) recuava 0,28%, a US$ 604,52 (aprox. R$ 3,5 mil).

A agenda da semana nos Estados Unidos segue no radar. A ata da reunião de julho do Federal Reserve será divulgada na quarta-feira, e o mercado busca sinais sobre como os dirigentes do banco central enxergam os dados recentes de inflação ao consumidor (CPI), inflação ao produtor (PPI) e vendas no varejo.

Para o investidor brasileiro, esse quadro mexe com o apetite global por risco e pode influenciar tanto o preço das criptomoedas quanto a cotação do dólar frente ao real.

Os dados mais recentes vieram mais fracos, e a precificação do mercado para uma alta de juros do em setembro caiu para cerca de . Ao mesmo tempo, investidores seguem monitorando o consumo das famílias nos EUA, num cenário em que lucros corporativos continuam fortes, mas energia mais cara, desaceleração do mercado de trabalho e custo de vida elevado pressionam o poder de compra.