A BlackRock Canada colocou no mercado dois novos ETFs no Canadá. Um deles, o IBQT, mistura exposição a ações globais com uma fatia de 3% em Bitcoin, usando o iShares Bitcoin ETF canadense da própria gestora.
O que aconteceu: o IBQT foi estruturado para reunir, no mesmo fundo, investimento em ações internacionais e uma pequena parcela em BTC. Na prática, a exposição ao Bitcoin vem por meio de outro ETF da casa, o iShares Bitcoin ETF.
Por que importa: o movimento mostra a entrada do Bitcoin em produtos tradicionais de investimento, ainda que em participação limitada. Em vez de comprar o ativo diretamente, o investidor acessa essa exposição dentro de uma carteira mais ampla.
Para o leitor brasileiro, esse tipo de produto ajuda a mostrar como grandes gestoras estão colocando BTC em veículos regulados, um formato que também costuma chamar atenção de quem acompanha ETFs, diversificação e acesso a cripto pelo mercado tradicional.




