A BlackRock lançou um fundo de mercado monetário tokenizado para reservas de stablecoins. A operação usa as blockchains Solana e Ethereum.
O que aconteceu: o produto foi estruturado para administrar reservas de stablecoins com tokenização, ou seja, com a representação do fundo em rede blockchain. A notícia cita o uso conjunto de Solana e Ethereum na estrutura.
Por que importa: a entrada da BlackRock reforça o avanço da tokenização de ativos tradicionais em redes públicas. Nesse modelo, produtos financeiros passam a operar com infraestrutura de blockchain, aproximando o mercado tradicional do setor de cripto.
Para o leitor brasileiro, o movimento ajuda a mostrar como grandes gestoras estão usando blockchain em produtos financeiros ligados a stablecoins, tema que também entra no radar de regulação e infraestrutura de mercado.




