A Cypherpunk colocou em operação uma frota de mineração de Zcash e passou a controlar 18% do hashrate da rede, medida que mostra a fatia do poder computacional usada para validar transações e proteger o blockchain. O movimento faz parte de uma aposta mais ampla da empresa em ZEC.
O que aconteceu: a expansão veio junto de um acordo de US$ 33,3 milhões (aprox. R$ 193,1 milhões) com a Winklevoss Capital. Com isso, a Cypherpunk reforça sua estratégia voltada ao ecossistema da criptomoeda.
Em foco: a meta declarada da empresa é alcançar 5% da oferta circulante de ZEC, ou seja, a quantidade de moedas que já está disponível no mercado.
Para o leitor brasileiro, o caso mostra como empresas podem buscar exposição a cripto não só comprando moedas, mas também por meio da mineração, atividade que exige grande capacidade operacional e pode concentrar poder dentro de uma rede.




