A ESMA incluiu 15 prestadoras de serviços de criptoativos no registro do MiCA em sua terceira atualização feita após o prazo regulatório. Entre os nomes adicionados está uma subsidiária europeia do BNY Mellon.
O que aconteceu: a nova leva reúne bancos e plataformas de criptomoedas classificadas como CASPs (empresas autorizadas a prestar serviços com criptoativos na União Europeia). A entrada no registro marca mais um avanço da implementação do MiCA, o marco regulatório do bloco para o setor.
Por que importa: a presença de uma unidade do BNY Mellon no cadastro mostra que instituições financeiras tradicionais também estão entrando na estrutura regulatória europeia para criptoativos, ao lado de plataformas já ligadas ao mercado.
Para o leitor brasileiro, o movimento ajuda a mostrar como grandes jurisdições estão formalizando regras para empresas de cripto, tema que também pesa no debate regulatório no Brasil entre órgãos como BCB e CVM.




