Gal Gadot saiu em defesa do uso de inteligência artificial em um filme sobre Bitcoin e resumiu a disputa em uma frase direta: ou se trabalha com a tecnologia, ou se fica fora do jogo.
Segundo a notícia, os advogados da atriz levaram seis meses negociando o contrato de “Bitcoin: Killing Satoshi” para proteger sua performance. A fala reforça como o uso de IA em produções de entretenimento já virou tema de contrato, autoria e controle sobre imagem e atuação.
Para o público no Brasil, o ponto central é jurídico: quando IA entra em produção audiovisual, contratos bem amarrados passam a ser tão importantes quanto a própria gravação.
A discussão também interessa ao mercado de cripto porque Bitcoin segue virando tema de cultura pop, não só de finanças. Nesse tipo de obra, o apelo vem mais da narrativa em torno do ativo do que de qualquer promessa ligada ao preço.




