O mercado cripto voltou a dar sinais de vida, mas as vitórias mais visíveis hoje não parecem as que os primeiros defensores projetavam.
Depois de uma década de desenvolvimento, a dúvida agora é outra: o resultado acumulado desse esforço compensou o tempo investido?
O debate importa porque, no Brasil, o movimento do Bitcoin costuma ser o primeiro termômetro para corretoras, investidores de varejo e o apetite por risco em criptomoedas. Quando o mercado reage, a leitura local também passa por impostos e pela forma como as operações são registradas.




