A GalaxyOne passou a permitir que clientes tomem empréstimos em dinheiro usando Bitcoin, Ethereum e Solana em staking como garantia. A operação evita a venda das moedas, e a taxa anunciada é de 8,99% ao ano.

Em termos simples, isso funciona como uma linha de crédito lastreada em cripto: o ativo fica vinculado ao empréstimo enquanto o cliente recebe o dinheiro. O ponto de atenção é o risco de volatilidade, já que quedas fortes no preço podem pressionar a garantia.

Para quem está no Brasil, esse tipo de produto chama atenção porque mistura crédito e cripto, mas não elimina risco. Se a exposição for em corretora ou estrutura fora do país, vale considerar também o impacto tributário e a custódia dos ativos.