A segunda-feira (17) começou com o mercado olhando para três frentes: a reta final da temporada de balanços, a pesquisa eleitoral mais recente e a agenda de indicadores no Brasil. Em Nova York, o iShares MSCI Brazil (EWZ), principal ETF brasileiro negociado nos Estados Unidos, subia 0,47%, a US$ 33,93 (aprox. R$ 196).

O que aconteceu: Na 10ª rodada da pesquisa BTG Pactual/Nexus para a eleição presidencial de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apareceu com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 44% de Flávio Bolsonaro. Os dois mantiveram os mesmos percentuais da semana anterior. No fim de semana, os principais nomes da disputa fizeram comícios com suas bases, marcando o início formal da campanha deste ano.

No radar: No campo econômico, investidores aguardam a divulgação do IGP-10, do Relatório Focus e do IBC-Br — indicador visto como uma prévia do PIB do Brasil. No noticiário corporativo, as atenções se voltam para o pedido de recuperação judicial do Grupo Casas Bahia (BHAI3) e para o balanço da Cosan (CSAN3).

Na sexta-feira (14), o Ibovespa fechou em queda de 0,10%, aos 166.934,20 pontos. Na semana, o índice acumulou baixa de 3,27%. Já o dólar à vista encerrou o dia em R$ 5,2199, com alta de 0,52% e avanço de 2,68% no acumulado da semana.

Lá fora: As bolsas da Ásia fecharam em alta, enquanto os mercados europeus operavam sem direção única. Nos Estados Unidos, os futuros também mostravam desempenho misto. Entre as commodities, o Brent subia 0,90%, para US$ 89,33 (aprox. R$ 518) o barril, e o WTI avançava 0,71%, a US$ 82,05 (aprox. R$ 476). No mercado de criptomoedas, o ganhava , cotado a (aprox. ), enquanto o subia , a (aprox. ).