A Justiça dos EUA deu sinal verde para a Bybit avançar na identificação do caminho do dinheiro ligado a um hack de US$ 1,5 bilhão (aprox. R$ 8,7 bi) atribuído à Coreia do Norte. Na prática, a decisão libera uma etapa acelerada de coleta de provas para localizar os recursos.
O que aconteceu: a autorização de expedited discovery (procedimento que antecipa a obtenção de provas) permite que a corretora peça a plataformas com operações nos Estados Unidos informações como identidade de titulares de contas, saldos e histórico de transações.
Por que importa: esse tipo de ordem judicial amplia a capacidade de seguir a trilha dos fundos entre diferentes serviços e contas, o que pode ajudar a mapear para onde os valores foram enviados após o ataque.
Para o leitor brasileiro, o caso mostra como investigações sobre criptoativos dependem cada vez mais de cooperação entre corretoras e plataformas que operam em várias jurisdições.




