A Ledger disse que não foi alvo de invasão e que a falha apontada em uma versão antiga do app de Ethereum já havia sido corrigida antes de qualquer exploração.

A demonstração partiu da OneKey, que mostrou como um app desatualizado de Ethereum poderia levar o dispositivo a assinar uma transação diferente daquela exibida na tela.

Segundo a Ledger, o problema afetava uma versão antiga do aplicativo e foi corrigido antes de ser usado em um ataque real.

Para quem usa carteira física no Brasil, o recado é simples: manter o firmware e os apps sempre atualizados reduz o risco de assinar uma operação diferente da que aparece no dispositivo.