A Chainalysis afirmou ter identificado mais de 7.700 contas suspeitas ligadas a material de abuso sexual infantil na Operação Lighthouse. Segundo a empresa, a ação teve alcance global e mirou o uso de criptomoedas e identificadores digitais associados a esse tipo de crime.
A operação analisou 29.120 endereços de criptomoedas e identificadores digitais conectados a mais de 100 plataformas, fóruns e redes de distribuição de CSAM, sigla em inglês para material de abuso sexual infantil, tanto na internet aberta quanto na dark web.
Segundo o comunicado, a iniciativa também gerou 14.300 pistas investigativas em 11 exchanges de criptomoedas e serviços de pagamento. Ao todo, suspeitos foram sinalizados em 125 países.
Entre os identificados, estavam 16 criminosos sexuais registrados.
Para o leitor no Brasil, o caso mostra como transações em cripto também entram no radar de investigações internacionais e podem ser rastreadas quando ligadas a atividades criminosas.




