A SEC quer revisar um conjunto de regras sobre agentes de transferência que ficou praticamente parado desde os anos 1980. A proposta abre espaço para registros em blockchain, valores mobiliários tokenizados (ativos financeiros representados em formato digital) e um mercado com mais automação.
O ponto central é atualizar a forma como essas informações são mantidas e movimentadas. Na prática, isso pode afetar a estrutura usada por emissores, custodiante e participantes de mercado que lidam com ativos digitais e papéis tradicionais no mesmo ambiente.
Para o leitor no Brasil, mudanças assim ajudam a medir a distância entre a regulação dos EUA e o avanço de soluções digitais que também pressionam BCB e CVM a acompanhar a infraestrutura financeira.
A proposta ainda precisa seguir o processo regulatório, mas o movimento indica que a autoridade quer adequar normas antigas a um mercado que já opera com tecnologia muito mais automatizada do que há 40 anos.




