A SEC quer atualizar regras que estão paradas há quatro décadas para agentes de transferência, agora com foco direto em tokenização (registro de ativos em blockchain). A proposta aparece em novas perguntas do Form TA-2 e passa a exigir que essas empresas informem quantos registros de ações mantêm em livros-razão distribuídos.
A medida sinaliza que a supervisão sobre infraestrutura de mercado pode acompanhar a migração de ativos para redes digitais. Na prática, o ponto central é medir onde e como os registros de propriedade estão sendo guardados quando saem de sistemas tradicionais.
Para o investidor no Brasil, o recado é que a tokenização segue entrando no radar regulatório dos Estados Unidos, um movimento que pode influenciar debates sobre custódia e registro também por aqui.
Não há, neste momento, detalhes adicionais sobre prazos ou sobre quais impactos imediatos a mudança pode ter para emissores e intermediários.




