Grayscale, a16z e o CCI defenderam que a SEC mantenha as regras já existentes de classificação e não imponha restrições genéricas a produtos negociados em bolsa inéditos.
As entidades pediram que a comissão não coloque todos esses produtos na mesma prateleira regulatória. A ideia, segundo o grupo, é abrir espaço para análises mais claras e mais rápidas.
Para o investidor no Brasil, mudanças desse tipo podem influenciar o apetite global por produtos ligados a cripto, o que também pode respingar em ofertas locais e na liquidez de ativos negociados por corretoras.
A discussão importa porque regras mais duras ou mais flexíveis nos Estados Unidos costumam afetar o mercado internacional de ETFs (fundos negociados em bolsa) e a forma como emissores e gestoras estruturam novos produtos.




