O Senado dos EUA adiou para setembro a votação da Lei CLARITY, proposta que trata da estrutura do mercado de criptomoedas no país. A confirmação veio do líder da maioria, John Thune, que disse que o tema não será levado ao plenário antes do recesso de agosto.
O que aconteceu: segundo reportagem do Politico, líderes republicanos devem entrar em recesso sem votar o projeto. Thune afirmou que a resistência dos democratas impediu o avanço da proposta neste momento.
O que foi dito: de acordo com declarações repassadas por seu gabinete, Thune disse: “Os democratas insistem em não haver votação sobre a Lei de Clareza”. Ele acrescentou que trabalhou com os patrocinadores do texto, citou a senadora Lummis e afirmou que a matéria deve ser tratada como prioridade no retorno dos senadores.
Para quem acompanha cripto no Brasil, o adiamento mostra como a definição de regras para o setor nos EUA segue sujeita ao calendário político e à disputa entre partidos.
Por que importa: o adiamento empurra mais uma etapa do debate regulatório nos EUA, um mercado que costuma influenciar discussões sobre cripto em outros países. Com isso, a proposta só deve voltar à pauta quando o Senado retomar os trabalhos em setembro.




