O volume de futuros perpétuos em corretoras centralizadas caiu para US$ 4 trilhões (aprox. R$ 23,2 tri), o menor patamar em 31 meses. Ao mesmo tempo, a negociação desse tipo de contrato em plataformas descentralizadas ficou perto da mínima de quase um ano.

Futuros perpétuos são contratos derivativos que permitem apostar na alta ou na queda de um ativo sem data de vencimento. Quando esse mercado esfria, o movimento costuma indicar menor apetite por risco e menos atividade especulativa no curto prazo.

O que aconteceu: a queda atingiu tanto as exchanges centralizadas quanto as plataformas descentralizadas. No caso das corretoras tradicionais do setor, o nível atual é o mais baixo desde o fim de 2023.

Por que importa: os futuros perpétuos costumam concentrar uma parte relevante da alavancagem no mercado de cripto. Quando o volume diminui, isso pode sinalizar redução no ritmo das apostas mais agressivas.

Para o investidor brasileiro, a leitura é de um mercado mais frio no segmento de derivativos de cripto, com possível redução de liquidez e mudanças no apetite por risco.