Setembro ganhou fama de mês ruim para o Bitcoin. Nos últimos 13 anos, a criptomoeda perdeu terreno em 8 setembros, segundo o histórico citado no mercado. Em Wall Street, o comportamento sazonal também aparece há décadas.
No mercado de ações dos Estados Unidos, setembro é visto como um mês historicamente fraco desde 1928. A coincidência com o BTC reforça a leitura de que o período costuma trazer mais pressão vendedora e cautela dos investidores, tanto em cripto quanto em ações.
O padrão, porém, não é uma regra fixa. No ano passado, essa sequência foi interrompida, mostrando que a chamada “maldição de setembro” pode falhar quando o mercado encontra outros catalisadores.
Para quem investe do Brasil, esse tipo de sazonalidade ajuda a entender por que BTC e ações podem ficar mais voláteis em setembro — mas histórico, por si só, não garante o que vem pela frente.
A próxima rodada desse teste sazonal agora volta ao radar do mercado. O foco está em saber se Bitcoin e as bolsas americanas vão repetir o comportamento histórico ou, mais uma vez, contrariar a estatística.




