Participantes do setor de criptomoedas pediram que a SEC não imponha uma restrição ampla a ETFs inovadores e avalie cada produto pelos seus próprios riscos. A discussão gira em torno de como enquadrar esses fundos sem criar um bloqueio automático para novas estruturas.

A a16z pediu que a comissão analise os produtos com base em suas características subjacentes, coordene os processos de registro de fundos e de listagem em exchanges e adote prazos mais previsíveis. Já a Grayscale e o Crypto Council for Innovation (CCI) apoiaram um caminho opcional e confidencial de pré-apresentação.

As três partes também se colocaram contra mudanças nas classificações de empresas de investimento que passariam a incluir automaticamente, no escopo do Investment Company Act, produtos que mantêm ativos que não são valores mobiliários.

Para o investidor no Brasil, esse debate ajuda a medir o apetite regulatório em torno de ETFs de cripto, um formato que também costuma influenciar ofertas em corretoras e fundos locais.