O Standard Chartered traçou metas para 2030 para Chainlink, Uniswap, Aave e Morpho. Entre elas, o banco vê a Chainlink chegando a US$ 200 (aprox. R$ 1.160) até o fim da década, em uma aposta ligada ao avanço da tokenização.

O que aconteceu: a projeção parte da ideia de que a tokenização pode alcançar US$ 4 trilhões (aprox. R$ 23,2 tri) e impulsionar o uso de infraestrutura ligada a criptoativos. O banco também baseia essa leitura em uma expectativa de expansão de 37 vezes para o mercado de DeFi (finanças descentralizadas, feitas por protocolos em blockchain sem intermediação tradicional).

Por que importa: a leitura do banco conecta o crescimento da tokenização ao desempenho de protocolos e redes que sustentam esse mercado. Nesse grupo, aparecem Uniswap, Aave, Morpho e Chainlink, todos com metas definidas para 2030.

Para o leitor brasileiro, esse tipo de projeção ajuda a medir como grandes bancos estão enxergando a infraestrutura de cripto, mas não elimina o risco: estimativas de longo prazo para ativos digitais seguem altamente sensíveis à volatilidade e a mudanças de mercado.