A Strive comprou 1.800 BTC por US$ 143 milhões (aprox. R$ 803 milhões) e elevou sua posição total para 23.156 BTC. Com isso, a empresa passou a ser a quinta maior detentora corporativa de Bitcoin listada em bolsa.

A movimentação ocorreu enquanto o mercado de criptoativos voltava a reagir. A compra reforça a estratégia de empresas que tratam o Bitcoin como reserva no caixa, uma prática que continua chamando atenção pela exposição direta à volatilidade do ativo.

Para o leitor no Brasil, esse tipo de compra costuma mexer com o humor do mercado e pode influenciar preço, liquidez e apetite por risco também por aqui, inclusive entre corretoras e investidores que acompanham BTC em reais.