A Susep participou, na quinta-feira (13), de debates sobre o futuro do sistema financeiro nacional durante o Blockchain Rio. O superintendente Alessandro Octaviani representou a autarquia em um painel sobre regras de mercado, avanço tecnológico e a agenda econômica do país.

A conversa também reuniu Marina Copola, diretora da CVM, e foi moderada por Rodrigoh Henriques, diretor de Inovação e Estratégia da Fenasbac. O foco esteve no equilíbrio entre testes operacionais e a proteção dos consumidores.

O que aconteceu: os participantes defenderam maior convergência entre instituições públicas para acompanhar as mudanças trazidas por blockchain (registro digital distribuído) e tokenização (transformação de um ativo em token digital). O encontro integrou o palco Gov Stage do evento.

No Brasil: o debate ganhou peso porque o país ainda acompanha de perto iniciativas como o Drex. Em uma reunião anterior com o Banco Central do Brasil, Octaviani disse que, após o Drex entrar em funcionamento, só haveria o funcionamento de uma criptomoeda no Brasil.

Para o leitor brasileiro, a discussão importa porque regulações sobre cripto, stablecoins e tokenização podem afetar corretoras locais, o BCB e até a forma como ativos digitais circulam no país.

O Blockchain Rio é apresentado como o maior evento do setor na América Latina e levou ao público discussões sobre tokenização, blockchain e outras inovações do ecossistema.