A TRON encerrou o segundo trimestre com novos recordes em uso de stablecoins e atividade de rede. Segundo a Messari, a blockchain fundada por Justin Sun terminou o período com US$ 87,9 bilhões (aprox. R$ 509,8 bi) em USDT em circulação e processou US$ 2,1 trilhões (aprox. R$ 12,2 tri) em transferências do token.
O que aconteceu: o USDT respondeu por 98,5% do mercado de stablecoins da TRON, que cresceu 4,1% na comparação trimestral e atingiu US$ 89,2 bilhões (aprox. R$ 517,4 bi). A rede também ultrapassou o Ethereum (ETH) em volume de USDT circulando.
Em números: o volume médio diário de transferências de USDT subiu 4,3%, para US$ 22,8 bilhões (aprox. R$ 132,2 bi), depois da queda registrada no primeiro trimestre. A atividade da rede avançou junto: a média diária de transações chegou a 11,8 milhões, alta de 8,7%, enquanto os endereços ativos por dia cresceram 11,7%, para 3,6 milhões.
A TRON também bateu um pico de 14,6 milhões de transações em 15 de junho, de acordo com o relatório.
Por que importa: os dados mostram a força da TRON no mercado de stablecoins, mesmo com recuo na atividade de DeFi (serviços financeiros feitos em blockchain, sem intermediários) e de exchanges descentralizadas (plataformas de negociação sem empresa central) no trimestre.
Para o leitor brasileiro, o avanço do USDT em redes como a TRON ajuda a explicar por que a stablecoin segue relevante em transferências e operações entre corretoras, inclusive em mercados que usam o real como porta de entrada.




