As campanhas de Pablo Marçal (PRTB) e Renan Santos (MISSÃO) enfrentam obstáculos na Justiça Eleitoral para disputar as eleições de 2026. Os dois presidenciáveis ainda aparecem como concorrentes no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do TSE, mas tentam reverter decisões que reduzem seu espaço de campanha.
Marçal recorre de uma decisão do TRE-SP que o declarou inelegível até 2032. O TSE analisou o caso em 20 de agosto, após manifestação do Ministério Público Eleitoral. Já Santos foi alvo de uma decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, que o proibiu de usar redes sociais e de participar de debates públicos em televisão, rádio e outros meios.
Para o eleitor brasileiro, as decisões podem afetar a visibilidade de candidatos que ainda aparecem na disputa oficial e tentam apresentar propostas sobre criptomoedas.
Marçal defendeu a criação de uma reserva de Bitcoin para o Brasil e afirmou ter BTC como parte de seu patrimônio. Santos participou do Blockchain Rio 2026 e prometeu apoiar o mercado cripto, que, segundo ele, sofre influência de um lobby bancário após resoluções recentes do regulador. O mercado brasileiro já reúne mais de 25 milhões de investidores, segundo pesquisa citada no debate eleitoral.




