O G20 pediu ao Gafi que intensifique a cobrança sobre países com uso relevante de ativos virtuais que ainda não colocaram em prática as normas do órgão. A sinalização saiu após reunião em Asheville, nos Estados Unidos, entre 31 de agosto e 1º de setembro de 2026.
O grupo afirmou reconhecer o “papel transformador” da inovação financeira digital, incluindo os ativos digitais, e disse que pretende avançar em estruturas regulatórias e de supervisão “responsáveis e eficazes”. A ideia, segundo a nota, é preservar a estabilidade financeira e abrir caminho para inovação em finanças digitais.
O G20 também aguarda um novo resumo do FSB sobre stablecoins (moedas digitais atreladas a outros ativos), com foco em implicações transfronteiriças, disponibilidade de dados e possíveis desafios. No mesmo comunicado, os ministros defenderam a ampliação do horário de funcionamento de sistemas de pagamento de grande valor e o uso do modelo de dados ISO 20022.
Para o leitor no Brasil, isso reforça a pressão por regras mais claras para cripto e stablecoins, em um mercado que já chama a atenção de reguladores como BCB e CVM.




