Redes de golpes no Sudeste Asiático, antes dispersas, se consolidaram em uma única economia criminosa apoiada por tecnologia e cada vez mais dependente de criptomoedas, segundo alerta do UNODC, o escritório da ONU sobre drogas e crime. A entidade estima que as perdas das vítimas podem chegar a US$ 114 bilhões (aprox. R$ 570 bi) em um ano.
O que aconteceu: O UNODC descreve uma fusão de sindicatos criminosos que antes atuavam de forma fragmentada. Agora, eles operam como uma estrutura mais integrada, com uso intensivo de tecnologia e de cripto para movimentar recursos.
Por que importa: O alerta mostra como ativos digitais passaram a fazer parte da infraestrutura financeira desses esquemas. Isso não muda o uso legítimo das criptomoedas, mas reforça como elas também podem ser usadas para ocultar e transferir dinheiro em operações ilícitas.
Para o leitor brasileiro, o recado é direto: golpes com cripto também exploram transferências rápidas e alcance global, o que dificulta rastreamento e recuperação de valores.




