O FASB propôs condições para que stablecoins possam ser classificadas como equivalentes de caixa. Pela regra sugerida, não basta que o ativo seja negociável no mercado secundário.
O que muda: o detentor teria de ter direito de resgate direto com o emissor e contar com reservas líquidas de 1 para 1. Sem isso, a stablecoin não entraria nessa categoria contábil.
Para você no Brasil, isso ajuda a separar stablecoins com lastro mais claro das que dependem só de negociação em mercado, um ponto relevante para quem opera em corretoras e acompanha risco regulatório.
A proposta importa porque a classificação contábil afeta como empresas e instituições tratam esses ativos nos balanços. No caso das stablecoins, o recado do órgão foi direto: liquidez de mercado sozinha não resolve.




